Blog do Fretado
Informações e notícias do mundo dos Fretados
Informações e notícias do mundo dos Fretados
fev 18th
// Não é possível que esse muleque ainda esteja no poder //
Em outubro de 2008, quando a aprovação a seu governo era de 61%, ele foi apontado como um reforço importante para o governador José Serra (PSDB) nas eleições presidenciais de 2010. Hoje, com o menor índice de aprovação em dois anos (registrou 28% em dezembro), o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), não chegaria a ser um grande trunfo nos palanques. Vaiado em lugares públicos e culpado – em parte, injustamente – pelas enchentes e pelo caos na capital durante as chuvas de janeiro, Kassab, eleitoralmente falando, é mais um problema que uma solução. A “crise de imagem” de seu governo é evidente. Na primeira noite no sambódromo paulistano, no sábado (13), preferiu não repetir o gesto ousado de 2009, quando caminhou ao lado de Serra em um trecho da avenida. Desta vez, Kassab optou por ficar no camarote, escondido do público, vendo o desfile pela TV. “Avenida é só para quem vai desfilar”, justificou.
Os alagamentos constantes que pararam São Paulo nas primeiras semanas de janeiro, provocando mortes e desabrigando centenas de famílias, podem ter sido um forte motivo, mas não são a única – e, provavelmente, nem a principal – dentre as muitas explicações para a queda de popularidade do prefeito. A rejeição a Kassab aumentou na proporção de medidas impopulares tomadas nos últimos meses. Uma delas foi a restrição ao tráfego de ônibus fretados em ruas do Centro, que provocou protestos de trabalhadores. No final do ano, foi anunciado um aumento de até 30% para o IPTU residencial e de até 40% para o não residencial. Em janeiro, outra má notícia: entrou em vigor a nova tarifa de ônibus, que saltou de R$ 2,30 (valor congelado desde 2006) para R$ 2,70, fazendo do transporte público paulistano o mais caro do país. Para compensar, a Prefeitura aumentou o período de validade do bilhete único de duas para três horas.
Mas não foi só isso. Kassab quis aumentar os salários do primeiro escalão da Prefeitura, numa tentativa de “valorizar os cargos de comando”. A vice-prefeita e os 27 secretários teriam os salários elevados em 363,6%, passando de R$ 5,5 mil para R$ 20 mil, enquanto o prefeito abriria mão do aumento e ficaria com os R$ 12 mil atuais. Mesmo fazendo algum sentido (a vice e os secretários paulistanos ganham praticamente a metade do que recebem seus colegas de Sorocaba, cujos salários de R$ 10.728,69 deverão ser reajustados ainda neste mês), a proposta contrastou dramaticamente com a tentativa de diminuição da merenda servida nas escolas e com o corte da verba para varrição de ruas, medidas em que o prefeito acabou recuando, diante da reação negativa da população. Dividida, a base governista na Câmara preferiu adiar a votação dos salários em dezembro.
Os insucessos recentes de Kassab e, em especial, as enchentes, que não são um problema exclusivo do prefeito (afinal, assim como o governo estadual, o federal também tem responsabilidade pelo que acontece em qualquer cidade do país, e poderia ter feito alguma coisa para ajudar), já começaram a ser explorados eleitoralmente como ponto fraco da dobradinha PSDB-DEM em São Paulo. É, até certo ponto, uma injustiça, pois assim como as três esferas de governo têm sua cota de responsabilidade, também outros prefeitos antes de Kassab contribuíram para manter ou agravar o problema, negligenciando investimentos em obras e soluções. Ruim para Serra, que precisa de apoio (e votos) agora, essa situação não é necessariamente ruim para Kassab, que ainda terá até 2012 para governar e tentar mostrar serviço em relação a este e a outros problemas.
Recuperar a imagem é possível, e é isso que Kassab irá perseguir a partir daqui, para chegar no último ano do mandato com chance de pleitear o governo do Estado. Mas, ao menos por enquanto, o reforço para o palanque de Serra está bem prejudicado e não tem muito a acrescentar.
Fonte: Cruzeiro do Sul
jan 4th
O prefeito Gilberto Kassab (DEM), 49 anos, inicia amanhã o segundo ano da segunda gestão como prefeito de São Paulo, eleito com 60% da preferência popular. Desafio ainda maior, depois de um ano de dificuldades. Em 2009, o democrata anunciou uma série de recuos diante da implementação de novas políticas públicas na cidade.
No auge da crise, até a lua de mel com o governador José Serra (PSDB) balançou, com a saída do então secretário de coordenação das subprefeituras Andrea Matarazzo, principal nome tucano da administração, depois de anunciado corte nos repasses de recursos para a varrição.
Com as ruas sujas, Kassab voltou atrás, mas ainda corre para recuperar a confiança do eleitor. Pesquisa recente mostra que o prefeito alcança 39% de conceito ótimo e bom entre os moradores da capital. Em outubro de 2008, o percentual de aprovação chegava a 61%.
Para o prefeito, a queda na popularidade tem nome e sobrenome: crise econômica. Em 1º de janeiro de 2009, no ato da posse, Kassab anunciou corte do Orçamento, mas afirmou que as áreas prioritárias para o governo seriam protegidas.
Durante o ano, porém, conviveu com reivindicações. Em setembro, a prefeitura avisou, por carta, que uma das refeições oferecidas nas creches seria cortada. Os pais reclamaram, a medida virou assunto na mídia e o prefeito recuou.
No mesmo mês, uma tempestade atingiu São Paulo e, diante da sujeira acumulada nas vias, até o minhocão ficou alagado. Pressionado, inclusive pelo aliado José Serra (PSDB), o prefeito cedeu e devolveu o repasse cheio às empresas contratadas para fazer o serviço nas ruas da cidade.
Dois meses antes, em julho, a política de restrição à circulação de ônibus fretados no centro expandido foi tão combatida por usuários –um grupo deles chegou a fechar a marginal Pinheiros– que Kassab assumiu mais um recuo: liberou o transporte na avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini (zona sul de SP).
A lista de mudanças inclui ainda o projeto que alterou a alíquota do IPTU –Kassab teve de aceitar um aumento menor que o proposto por ele– e a anulação do contrato com a entidade que iria comandar os consultórios odontológicos da prefeitura. O corte no Orçamento também reduziu o programa de recapeamento de ruas e adiou a construção de novos hospitais.
Debaixo d’água
Um dos maiores problemas de 2009 chegou no fim do ano. Após um temporal que deixou a cidade paralisada, com as marginais alagadas –em 8 de dezembro–, dois bairros da zona leste da capital transformaram-se num desafio para Kassab. Os jardins Pantanal e Romano ainda hoje têm ruas debaixo d’água. O prefeito apareceu por lá nove dias depois dos primeiros alagamentos. O trabalho de drenagem, então, teve início em 21 de dezembro, com máquinas bombeando a água de volta ao rio Tietê.
Voltas que este ano deverão ser evitadas. O prefeito Gilberto Kassab já avisou: quer que 2010 seja parecido com 2008, não com o ano que acabou há três dias.
Fonte: São Paulo Agora
nov 27th
Depois do temporal de ontem ficou mais nítido o quanto estamos sendo desrespeitados.
A ZMRF (Zona Máxima de Restrição ao Fretamento) foi a restrição mais desorganizada que já vi ser implantada nessa cidade.
Sendo implantada por totais incompentes e desconhecedores do assunto (Alexandre de Moraes e Gilberto Kassab), essa lei só trouxe transtornos para quem utiliza fretados direta e indiretamente.
Bolsões (pontos de parada e partida) sem estrutura nenhuma. Em alguns deles foi colocado apenas um ponto de ônibus comum, sendo que normalmente recebem mais de 200 pessoas na mesma faixa de horário.
Falta de cobertura, falta de lugares para todos, falta de controle em quem pode parar ali ou não, pois param carros, táxis, vans e ambulantes.
Sinceramente é ridículo termos que nos sujeitar a esse tipo de situação apenas porque um idiota qualquer, que mais parece o Homer Simpson, resolve que vai restringir a circulação dos fretados, apenas porque um dos caminhos que levam a sua casa, era rota de várias linhas.
Quem não lembra dele fazendo piada sobre sobre o desabamento das obras do metrô na nova linha amarela?
Quem não lembra dele agredindo um cidadão e o chamando de vagabundo? Justo quando o seu papel deveria ser o contrário.
Um cara que apenas quer falar coisas boas e não quer saber dos problemas da cidade. Este é o nosso prefeito humorista.
Um garoto mimado, criado pela avó a leite com pera, que mora com os pais, dizem que é virgem e ainda mais, dizem que não gosta da fruta.
É nas mãos dele que está a segunda maior metrópole do mundo. Que merda!
Não vejo a hora de chegar as novas eleições para mandarmos esse muleque devolta para o seu quarto.
Ah, quem não viu, vejam uma foto de ontem, do ponto da Estação Cidade Jardim:

out 27th
Dia de caos para quem usa fretado é dia de chuva. E ontem não foi diferente.
Caiu o mundo em São Paulo e, além do trânsito ficar uma m$%¨$%¨ o ponto do fretado parece brincadeira.
Cerca de 300 pessoas tentam se espremer num espaço de apenas 40. Chega a ser humilhante pagar por um serviço e sofrer esse tipo de situação.
Infelizmente esse foi mais um projeto do Prefeito de São Paulo, que apenas confirma o que todos suspeitavam: é um muleque querendo brincar de administrar uma metrópole. Eu disse MU-LE-QUE!
Ainda bem que para o helicóptero dele não existe trânsito, não é Sr. Prefeito?
Bom dia a todos.